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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

ÁCIDO LÁTICO

Ácido Láctico no Sangue: O “Vilão” dos Esportes Torna-se Bom.

Até pouco tempo atrás, muitos técnicos, médicos, educadores e leigos acreditavam que o ácido láctico era responsável por uma série de problemas atléticos: fadiga, músculos doloridos ou com cãibras, limiar anaeróbio e débito de oxigênio. Essa explicação simples e única para tantos males fisiológicos perdeu seu crédito. Na verdade, reconhece-se hoje que o ácido láctico tem importantes funções no metabolismo. Longe de ser o “vilão” do metabolismo, o ácido láctico é uma substância essencial, usada no fornecimento de energia, na eliminação de carboidrato dietético, na produção de glicose do sangue e glicogênio do fígado, e no aumento de resistência em situações extenuantes.

O ácido láctico é um importante metabólito. É uma substância usada para sintetizar o glicogênio. A oxidação do ácido láctico é uma importante fonte de energia. Em células musculares altamente oxidativas, tais como células cardíacas e fibras musculares esqueléticas oxidativas, o lactato (lactato é um dos compostos "sal" do ácido lático) é a fonte preferida de energia. O ácido láctico é também um poderoso ácido orgânico, e seu acúmulo pode resultar em sensações de cansaço e inibição da contração muscular. Os atletas sob treinamento de alta intensidade e longa duração necessitam de bom balanceamento na produção e eliminação de ácido láctico. Este desenvolverá a capacidade vascular necessária para maximizar o transporte de oxigênio e, portanto, minimizar a produção de ácido láctico, além de transportar o ácido láctico produzido para os pontos de eliminação. O treinamento de longa duração é necessário para desenvolver adaptações das enzimas dos tecidos, o que maximizará o uso de ácidos graxos na energia (o que auxiliará a minimização da produção de ácido láctico a partir de carboidratos) e para maximizar a eliminação de ácido láctico.
FONTE:
George A. Brooks, Ph.D. - Diretor do Laboratório de Fisiologia do Exercício
Professor do Departamento de Educação Física - University of California, Berkeley

sexta-feira, 24 de julho de 2009

TAXAS DA BIOQUÍMICA SANGÜÍNEA

TABELA DE VALORES DE REFERÊNCIA PARA GLICEMIA


Classificação - Glicose

Normal - Até 100 mg/dl
Elevado - 100 - 139 mg/dl
Diabetes - Maior de 140 mg/dl

Fonte: Ministério da Saúde (1996)

30 Min. de CORRIDA

Se nunca correu antes, ande primeiro corra depois.

1º - Semana Corrida de 30” + Marcha 90” X 10 = 20min
2º - Semana Corrida de 60” + Marcha 60” X 11 = 22min
3º - Semana Corrida de 90” + Marcha 90” X 08 = 24min
4º - Semana Corrida de 03’ + Marcha 01’ X 06 = 24min
5º - Semana Corrida de 06’ + Marcha 01’ X 04 = 28min
6º - Semana Corrida de 10’ + Marcha 02’ X 02 = 24min
7º - Semana Corrida de 14’ + Marcha 01’ X 02 = 30min
8º - Semana Corrida de 30’ ( Desafio Vencido )

LEMBRE-SE: Antes de submeter-se a qualquer treinamento físico, PROCURE UM PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA!!!!! Boa Sorte.

HITMAN


quarta-feira, 15 de julho de 2009

O Professor de Educação Física

Leia com ATENÇÃO
PROF. ED. FÍSICA não come, combina: proteínas + carboidratos + lipídios.
PROF. ED. FÍSICA não cheira, olfata.
PROF. ED. FÍSICA não toca, faz avaliação física.
PROF. ED .FÍSICA não respira, quebra carboidratos.
PROF. ED. FÍSICA não elogia, descreve processos.
PROF. ED. FÍSICA não tem reflexos, tem mensagem neurotransmitida involuntária.
PROF. ED. FÍSICA não facilita discussões, catalisa substratos.
PROF. ED. FÍSICA não transa, faz séries com muitas repetições.
PROF. ED. FÍSICA não admite algo sem resposta, analisa o hereditário.
PROF. ED. FÍSICA não fala, coordena vibrações nas cordas vocais.
PROF. ED. FÍSICA não pensa, faz sinapses.
PROF. ED. FÍSICA não toma susto, recebe resposta galvânica incoerente.
PROF. ED. FÍSICA não chora, produz secreções lacrimais.
PROF. ED. FÍSICA não espera retorno de chamadas, espera feedbacks.
PROF. ED. FISICA não se apaixona, sofre reações químicas!
PROF. ED. FISICA não faz sexo, promove reações hormonais para fins de reprodução ou prazer pessoal...
Pratique atividade física!!!
Contrate um Profissional de Educação Física!!!

sábado, 30 de maio de 2009

EDUCAÇÃO FÍSICA E A 3ª IDADE



Atividade física e o idoso:

Um número crescente de estudos demonstrou claramente que os idosos, mesmo aos 90 anos de idade, são capazes de aumentar a massa e a força muscular em resposta ao treinamento com pesos. De forma geral, os estudos sugerem que a queda da força e da massa muscular com o envelhecimento pode ser atenuada pelo treinamento adequado de musculação. Uma existência de exercícios vigorosos é necessário para manter os músculos do corpo em boa forma. Muitos pesquisadores que avaliaram os efeitos do envelhecimento sobre o sistema cardiorrespiratório centraram a atenção sobre a aptidão aeróbia máxima ou VO2má. O VO2 máx diminui 8 a 10% por década após os 25 anos de idade, tanto para homens quanto para as mulheres (NIEMAN, 1999).

Cerca de metade dessa redução foi relacionada com o fato de as pessoas se exercitarem menos e se tornarem mais obesas à medida que envelhecem. Alguns estudos demonstram que a taxa de declínio pode ser atenuada em até 20anos em razão dos exercícios de resistência regulares e vigorosos. Até o momento não existente dados convincentes que demonstrem que a diminuição da aptidão aeróbia relacionada com a idade possa ser prevenida pela prática regular de exercícios de resistência. O processo de envelhecimento é real e várias alterações no corpo, incluindo uma diminuição da capacidade do coração de bombear o sangue a uma freqüência elevada e a capacidade dos músculos de utilizar o oxigênio, estão ligados ao declínio do VO2 máx relacionado com a idade.

Recomendações:

A prescrição de atividades para idosos orienta-se pelos princípios do treinamento “normal”. No início deve-se dar ênfase ao sistema cardiorrespiratório, com a intensidade de carga não ultrapassando a 50% do VO2máx ou 60% da Fcmáx. A freqüência semanal deverá ser de 3 vezes por semana, em dias alternados, com a duração entre 20 a 60 minutos. Para o iniciante, deve-se aproximar gradualmente destes valores por meios de cargas intervaladas - alguns minutos de atividade, descanso, retorno a atividade. Procurar diminuir gradativamente o intervalo de descanso. No treinamento com pesos, deve-se utilizar um percentual de carga relativamente baixo no início do programa (40-50% do peso máximo), cuidados com a respiração bloqueada), evitar exercícios isométricos e posição do corpo que prejudique a circulação periférica. Os exercícios de alongamentos, devem ser feitos no mínimo 3 vezes por semana, dando atenção especial à mobilidade da coluna vertebral, ombros e quadris.

RISCOS E INTOLERÂNCIA AO EXERCÍCIO

A imprudência e a prescrição incorreta de exercícios físicos podem acarretar sérias conseqüências que vão desde a morte súbita, infarto do miocádio, até uma simples tonteira ou desmaio. O indivíduo deve exercitar-se dentro de sua própria “tolerância de esforço”. O mesmo deve também, fazer uma avaliação da aptidão física e clínica periodicamente e obediência ao “princípio da sobrecarga” são importantes para se prevenir os “azares” das práticas esportivas, principalmente em idosos onde todo o cuidado, às vezes, ainda é pouco e insuficiente, segundo Leite (1990).

"PROCURE SEMPRE ORINTAÇÃO DE UM PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA"

segunda-feira, 25 de maio de 2009

BUDISMO


Dominar-se a si próprio é uma vitória maior do que vencer a milhares em uma batalha. (Sakyamuni).


Um bom amigo, que nos aponta os erros e as imperfeições e reprova o mal, deve ser respeitado como se nos tivesse revelado o segredo de um oculto tesouro. (Sakyamuni).