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sexta-feira, 24 de julho de 2009

TAXAS DA BIOQUÍMICA SANGÜÍNEA

TABELA DE VALORES DE REFERÊNCIA PARA GLICEMIA


Classificação - Glicose

Normal - Até 100 mg/dl
Elevado - 100 - 139 mg/dl
Diabetes - Maior de 140 mg/dl

Fonte: Ministério da Saúde (1996)

30 Min. de CORRIDA

Se nunca correu antes, ande primeiro corra depois.

1º - Semana Corrida de 30” + Marcha 90” X 10 = 20min
2º - Semana Corrida de 60” + Marcha 60” X 11 = 22min
3º - Semana Corrida de 90” + Marcha 90” X 08 = 24min
4º - Semana Corrida de 03’ + Marcha 01’ X 06 = 24min
5º - Semana Corrida de 06’ + Marcha 01’ X 04 = 28min
6º - Semana Corrida de 10’ + Marcha 02’ X 02 = 24min
7º - Semana Corrida de 14’ + Marcha 01’ X 02 = 30min
8º - Semana Corrida de 30’ ( Desafio Vencido )

LEMBRE-SE: Antes de submeter-se a qualquer treinamento físico, PROCURE UM PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA!!!!! Boa Sorte.

HITMAN


quarta-feira, 15 de julho de 2009

O Professor de Educação Física

Leia com ATENÇÃO
PROF. ED. FÍSICA não come, combina: proteínas + carboidratos + lipídios.
PROF. ED. FÍSICA não cheira, olfata.
PROF. ED. FÍSICA não toca, faz avaliação física.
PROF. ED .FÍSICA não respira, quebra carboidratos.
PROF. ED. FÍSICA não elogia, descreve processos.
PROF. ED. FÍSICA não tem reflexos, tem mensagem neurotransmitida involuntária.
PROF. ED. FÍSICA não facilita discussões, catalisa substratos.
PROF. ED. FÍSICA não transa, faz séries com muitas repetições.
PROF. ED. FÍSICA não admite algo sem resposta, analisa o hereditário.
PROF. ED. FÍSICA não fala, coordena vibrações nas cordas vocais.
PROF. ED. FÍSICA não pensa, faz sinapses.
PROF. ED. FÍSICA não toma susto, recebe resposta galvânica incoerente.
PROF. ED. FÍSICA não chora, produz secreções lacrimais.
PROF. ED. FÍSICA não espera retorno de chamadas, espera feedbacks.
PROF. ED. FISICA não se apaixona, sofre reações químicas!
PROF. ED. FISICA não faz sexo, promove reações hormonais para fins de reprodução ou prazer pessoal...
Pratique atividade física!!!
Contrate um Profissional de Educação Física!!!

sábado, 30 de maio de 2009

EDUCAÇÃO FÍSICA E A 3ª IDADE



Atividade física e o idoso:

Um número crescente de estudos demonstrou claramente que os idosos, mesmo aos 90 anos de idade, são capazes de aumentar a massa e a força muscular em resposta ao treinamento com pesos. De forma geral, os estudos sugerem que a queda da força e da massa muscular com o envelhecimento pode ser atenuada pelo treinamento adequado de musculação. Uma existência de exercícios vigorosos é necessário para manter os músculos do corpo em boa forma. Muitos pesquisadores que avaliaram os efeitos do envelhecimento sobre o sistema cardiorrespiratório centraram a atenção sobre a aptidão aeróbia máxima ou VO2má. O VO2 máx diminui 8 a 10% por década após os 25 anos de idade, tanto para homens quanto para as mulheres (NIEMAN, 1999).

Cerca de metade dessa redução foi relacionada com o fato de as pessoas se exercitarem menos e se tornarem mais obesas à medida que envelhecem. Alguns estudos demonstram que a taxa de declínio pode ser atenuada em até 20anos em razão dos exercícios de resistência regulares e vigorosos. Até o momento não existente dados convincentes que demonstrem que a diminuição da aptidão aeróbia relacionada com a idade possa ser prevenida pela prática regular de exercícios de resistência. O processo de envelhecimento é real e várias alterações no corpo, incluindo uma diminuição da capacidade do coração de bombear o sangue a uma freqüência elevada e a capacidade dos músculos de utilizar o oxigênio, estão ligados ao declínio do VO2 máx relacionado com a idade.

Recomendações:

A prescrição de atividades para idosos orienta-se pelos princípios do treinamento “normal”. No início deve-se dar ênfase ao sistema cardiorrespiratório, com a intensidade de carga não ultrapassando a 50% do VO2máx ou 60% da Fcmáx. A freqüência semanal deverá ser de 3 vezes por semana, em dias alternados, com a duração entre 20 a 60 minutos. Para o iniciante, deve-se aproximar gradualmente destes valores por meios de cargas intervaladas - alguns minutos de atividade, descanso, retorno a atividade. Procurar diminuir gradativamente o intervalo de descanso. No treinamento com pesos, deve-se utilizar um percentual de carga relativamente baixo no início do programa (40-50% do peso máximo), cuidados com a respiração bloqueada), evitar exercícios isométricos e posição do corpo que prejudique a circulação periférica. Os exercícios de alongamentos, devem ser feitos no mínimo 3 vezes por semana, dando atenção especial à mobilidade da coluna vertebral, ombros e quadris.

RISCOS E INTOLERÂNCIA AO EXERCÍCIO

A imprudência e a prescrição incorreta de exercícios físicos podem acarretar sérias conseqüências que vão desde a morte súbita, infarto do miocádio, até uma simples tonteira ou desmaio. O indivíduo deve exercitar-se dentro de sua própria “tolerância de esforço”. O mesmo deve também, fazer uma avaliação da aptidão física e clínica periodicamente e obediência ao “princípio da sobrecarga” são importantes para se prevenir os “azares” das práticas esportivas, principalmente em idosos onde todo o cuidado, às vezes, ainda é pouco e insuficiente, segundo Leite (1990).

"PROCURE SEMPRE ORINTAÇÃO DE UM PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA"

segunda-feira, 25 de maio de 2009

BUDISMO


Dominar-se a si próprio é uma vitória maior do que vencer a milhares em uma batalha. (Sakyamuni).


Um bom amigo, que nos aponta os erros e as imperfeições e reprova o mal, deve ser respeitado como se nos tivesse revelado o segredo de um oculto tesouro. (Sakyamuni).

sexta-feira, 22 de maio de 2009

O DIABETES

DIABETES E ATIVIDADE FÍSICA

O Diabetes Mellitus caracteriza-se por uma menor produção do hormônio insulina, provocando aumento dos níveis de glicose sangüínea. O diabetes diminui a capacidade do organismo de queimar o material energético ou glicose que ele retira dos alimentos para energia. A glicose é transportada pelo sangue para as células necessitam de insulina, que é produzida pelo pâncreas para permitir que a glicose se movimente para o interior. Sem insulina, a glicose se acumula no sangue e é eliminada pela urina por meio dos rins (Nielman, 1999)
As causas podem ser as mais variadas tais como hereditariedade, obesidade, estresse, alimentação, gravidez, inatividade física, idade, etc… A Organização Mundial de saúde classifica os indivíduos como diabéticos, quando os níveis de glicose no sangue estiverem acima dos 140mg/dl. Os valores normais que devem ser mantidos sobre controle encontram-se entre 75 a 100 mg/dl. Dependendo do tipo de diabetes, seu tratamento inclui a administração de insulina exógena, agentes hipoglicêmicos por via oral, dietas e exercícios físicos (Guedes, 1995).
Tipos de Diabetes:
Diabetes Melito Tipo I São também conhecidos como insulino dependentes, pois caracterizam-se por apresentarem um quadro de baixa dos níveis de insulina ou mesmo a inexistência da produção da mesma. Durante os exercícios, estes indivíduos respondem com um aumento nos níveis de glicose, ácido graxos e cetonas. De acordo com POLLOCK (1993) “o diabetes do tipo I instala-se de forma mais rápida e é mais difícil de ser controlada e é tratada por meio de injeções de insulina.” O tipo I acomete de 10 a 15 % dos diabéticos e tem sua maior incidência em indivíduos jovens (diabete juvenil). TEIXEIRA (1992) e POLLOCK (1993).
Diabetes Melito do tipo II Freqüentemente denominado diabete melito não insulino dependente, é a diabete que secreta moléculas defeituosas de insulina que não são eficientes para fazer com que a glicose não entre na corrente sangüínea. Segundo TEIXEIRA (1992), está associada à hereditariedade, dependendo, entretanto, de fatores como vida sedentária e maus hábitos alimentares. Tem sua maior incidência em indivíduos com mais de 40 anos de idade (diabete senil). Para GUEDES (1998), aproximadamente 80 a 90 % dos diabéticos do tipo II apresentam sobrepeso ou são obesos. Em indivíduos com obesidade leve, o risco de surgimento de diabetes é 2,9 vezes maior que nos não obesos, 5 vezes no caso de obesidade moderada e 10 vezes no caso de obesidade elevada.
Efeitos da atividade física em Diabéticos:
A atividade física pode ser útil como elemento complementar à dieta tradicional. O objetivo dos exercícios seria a otimização da capacidade funcional, controle de peso corporal, a modulação dos níveis glicêmicos e a redução de outros fatores metabólicos de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares (Pollock,1993). A prática de exercícios físicos provoca a elevação da sensibilidade dos tecidos à insulina, e, com isso, a tolerância à glicose aumenta, permitindo, dessa forma, menor restrição à ingestão de glicídios. Cuidados: A prática de exercícios físicos só é recomendada quando os níveis circulantes de glicose no sangue são mantidos sob controle mediante o uso de insulina e de dieta adequada. Caso isso não ocorra, á risco de levar o indivíduo diabético a um estado de hipoglicemia (Guedes:1995). É importante ser informado sob efeitos provocados pelos medicamentos utilizados pelo indivíduo. Os pacientes que ingerem simultaneamente insulina e agentes betabloqueadores, podem mascarar os sintomas de hipoglicemia e de elevação da freqüência cardíaca. Os benefícios: O exercício físico é de suma importância para os diabéticos pois ajudam a controlar os níveis de glicose no sangue e o peso corporal. A prática de atividades físicas, segundo VIVOLO (1994), contribui para os níveis de glicemia, aumentar a capacidade do corpo em utilizar a glicose e aumentar a capacidade da insulina na redução dos níveis de glicose no sangue. Este fato faz com que haja a administração de uma menor quantidade e insulina para quem a toma diariamente ou um melhor aproveitamento deste substrato nos diabéticos que possuem este hormônio, mas que não são capazes de utilizá-la adequadamente.VIVOLO, afirma que a atividade física provoca uma diminuição do risco de doenças cardíacas, melhora da hipertensão arterial e em combinação com a dieta um controle do diabetes tipo II, em alguns casos, eliminando a necessidade de medicação.Segundo Guedes (1998), os indivíduos diabéticos que conseguem obter uma redução de aproximadamente 20% de seu peso corporal inicial demostram ser capazes de suspender o uso de insulina exógena ou de agentes hipoglicêmicos. Deste modo, o autor considera que a prevenção da obesidade pode retardar ou prevenir o desenvolvimento pelos diabéticos.